Pois é mesmo um melão fêmea! Quem mo assegurou foi a simpática vendedora da frutaria que me escolheu o dito.
Perante a minha surpresa e ignorância lá me explicou: o cu do melão, aquela pequena mancha, é maior no melão fêmea que no melão macho. E o melão fêmea é normalmente mais doce!
Como não haveria de ser?! Óbviamente! A natureza é equilibrada e justa!
Fez-me lembrar as escolhas no marisco: navalheira, sapateira e santola é sempre melhor a fêmea que o macho, mais pequena, mais saborosa e com sorte ainda veêm as ovas. Para as escolher o triângulo do cu é determinante: na fêmea é mais arredondado e bojudo, no macho faz o formato do triângulo anguloso terminando na ponta da flecha. Óbvio!
Como na natureza em geral: a fêmea é mais pequena e menos adornada, o macho é maior e mais vistoso pois tem de lutar e conquistar quem possa compartilhar os genes. Penso nas pombas e patos que vejo diariamente aqui no parque, nas flores e no expoente máximo o pavão.
Claro que a explicação é certamente muito mais elaborada e complexa que esta minha burilada assim aqui a propósito do melão.
Assim quando for comprar um melão olhe para a pequena mancha no cu dele e compare com os do lado: se essa mancha for maior que a do melão do lado é porque é fêmea! Mais docinho! Graças a Deus!
E quando abrir o melão é que afinal se vê! Como se diz, justamente.

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