EXPOSIÇÕES - XXIII Bienal Internacional de Arte de Cerveira

 



Até 30 de Dezembro deste ano pode ser visitada esta Bienal.

Não sendo especialista em arte, nem sequer conhecedor, a visita que fiz à Bienal deixou-me mesmo decepcionado, pois o que vi achei pobre, repetitivo, visto e alguns trabalhos tão fora do baralho que deviam estar fora da Bienal. Opinião de leigo pois então. Contudo para a minha sensibilidade achei uns furos abaixo de outras edições que visitei.

A surpresa foi a mostra de trabalhos de Isabel Meyrelles, uma surrealista portuguesa que privou com Cruzeiro Seixas e Cesariny: muito interessante a escultura dela - representações muito próximas do imaginário de Cruzeiro Seixas e da plástica surrealista. 
Já conhecia o nome de Isabel Meyrelles de visitas ao Centro Português do Surrealismo em Famalicão - Fundação Cupertino de Miranda - onde se pode vêr muita coisa dos dois artistas em cima referidos.
Estivemos também na inauguração de uma pequena exposição que retrata o caminho da Bienal de Cerveira desde o seu início, com algumas obras do seu impulsionador Jaime Isidoro.

Apresento em baixo uma série de fotos de obras que gostei mais - seleção certamente parcial mas a minha. 
Boas visitas pois para além da Bienal vale o passeio a Cerveira e à casa de turismo de habitação do artista José Rodrigues, perto da sua escultura Cervo, símbolo de Cerveira, artista identificado com a região que recuperou as ruínas de um antigo convento (Convento de San Payo, onde está também uma exposição mas que não visitamos pois quando lá chegamos tinha fechado há 15m)) para sua casa e turismo, onde estivemos a falar longamente com a sua filha, enquanto nos deliciavamos com a vista do rio Minho lá em baixo. A última foto é de uma escultura de José Rodrigues na sua casa.







Isabel Meyrelles





Jaime Isidoro



José Rodrigues 























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